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terça-feira, 23 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Entenda a Politica do Markup e Markdown
Utilizar Markup ou Markdown
Um dia destes chegava a uma rede de supermercados e me perguntavam sobre o que deveria ser aplicado: markup ou markdown e quais seriam suas definições. Mas tantos apelidos para expressar o que simplesmente é a diferença entre o CMV e o preço da venda.
Contudo, existem neste dois tipos uma ótica totalmente diferente:
margem sobre o custo = 'markup'
margem sobre a venda = 'markdown'.
O popular 'markup', o qual vê muitos supermercadistas apurando, faz a marcação do preço de venda tendo o 'custo' como o elemento base da formação do preço.
Para entender vamos supor que um produto custa R$ 10,00 CIF, e você deseja aplicar o 'markup' de 30% então aplicamos o fator 1,3 (R$ 10,00 x 1,3 = R$ 13,00) e chegamos no preço de venda de R$ 13,00. Se temos o custo R$ 10,00 CIF e o preço de venda a R$ 13,00, sabemos então que o 'markup' é de 30% e o fator pode ser encontrado a partir dos 2 valores (R$ 13,00 / R$ 10,00 =) 1,3 ou a partir do percentual (30 / 100 + 1) = 1,3.
Mas o mais importante é entendermos que o supermercado vive desta diferença, entre o CUSTO e o Preço de Vendas, onde nós temos a MARGEM que nada mais é que a diferença entre o CMV e o preço de venda, no exemplo anterior o valor é de R$ 3,00. Na margem temos três elementos básicos e universais: impostos da venda, custo operacional e lucro. Esses três elementos da margem incidem sobre o valor da venda, no nosso exemplo sobre R$ 13,00 e não incidem sobre o valor do custo, no nosso exemplo R$ 10,00. Assim então é errado calcularmos a margem sobre o valor do custo, pois os se observarmos bem os elementos da margem incidem sobre o valor da venda.
Olhe só você e perceba que todos os impostos que o supermercadista , se tiver no regime fiscal Lucro Real, irá pagar sobre o valor da venda.
O custo operacional é a soma de todos os custos do seu supermercado (custos fixos/despesas, inadimplência, marketing, depreciação, administração de cartões de débito e crédito, outros fornecedores que não sejam os que compramos para revender ou para transformar e depois vender). Para transformar o custo operacional em percentual, basta dividi-lo pelo faturamento/receita do seu supermercado e multiplicar por 100. Assim chegamos a conclusão mais uma vez que o custo operacional também incide sobre o valor da venda.
O lucro como já bem sabemos sempre foi calculado sobre o valor da venda, nunca existiu lucro sobre o custo. Portanto, tenho que afirmar que é incorreto usar o 'markup', pois sendo ele calculado sobre o custo, não permite encontrarmos o valor dos impostos da venda, o custo operacional e principalmente o lucro.
Bom então, precisamos encontrar a margem sobre o valor da venda, ou 'markdown' ou simplesmente 'margem' ou ainda Margem Bruta (MB), basta (CMV-custo da mercadoria vendida : preço da venda - 1 x 100). Usando os dados do exemplo acima, e supondo que o produto tenha a ICMS/ST, precisamos encontrar o CMV do custo (valor negociado - créditos de PIS/COFINS) + ICMS/ST.
Quando retiramos os impostos da venda da margem bruta, temos a Margem Líquida ou Margem de Contribuição ou também chamada de Margem Operacional, onde contém o custo operacional e o lucro.
Se representarmos o Preço de Venda R$ 13,00 como 100% de um conjunto, e se temos a Margem Bruta em 26%, temos o CMV em 74%.
Com o 'markup' jamais será possível fazer esta abertura do preço de venda, porque é calculado sobre o custo do produto (custo da NF), por isso é que é um cálculo errado.
Mas ainda sabemos que no mercado tem aquele que fixa sua margem que ocorre quando pré defini um percentual, geralmente sem base nenhuma, surge da imaginação de quem a usa ou a partir de um costume que ninguém sabe quem a inventou. Muito usado em alguns supermercados de baixo comércio que usa o 'markup'. Transforma a Margem numa 'taxa', olha para o produto e imagina que ele tem que ser este produto. É a principal causa da baixa lucratividade do comércio, 'sangra' o comércio constantemente impedindo - o de absorver ganhos na compra e na redução do custo operacional.
Por exemplo ele compra um produto por R$ 10,00 e aplica 'markup' de 30%, chega ao preço de venda a R$ 13,00. Se comprar a R$ 8,00 irá aplicar o mesmo 'markup' e terá o novo preço de venda a R$ 10,40. Ganhou na compra (R$ 10,00 - R$ 8,00=) R$ 2,00 e repassou (R$ 13,00 - R$ 10,40=) R$ 2,60 ou seja repassou 130% do que ganhou, por isso é que 'sangra' o comercio constantemente.
Precisamos entender que não podemos fixar margem porque é o mercado que dita o preço, e que devemos negociar melhor nossas margens aplicadas e as custos junto aos nossos fornecedores. Entenda que o MIX e margem devem ser bem administrado pela sua participação no setor e este é o caminho mais correto de se dizer, bons negócios.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Anvisa suspende venda de bebidas de soja da marca Ades
A punição foi definida "por suspeita de não atenderem às exigências legais e regulamentares" do órgão. É o que explica a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Nesta segunda-feira (18/3) a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e consumo, em todo o território nacional, de todos os lotes dos produtos com soja' da marca Ades, fabricados pela linha de produção TBA3G da empresa Unilever Brasil, localizada em Pouso Alegre, Minas Gerais.
A suspensão abrange todos os lotes dos produtos com os sabores de abacaxi, vitamina de banana, cereais com mel, zero frapê de coco, chá verde com tangerina, zero laranja, chá verde com limão, zero maçã, chocolate clássico, zero original, chocolate com coco, zero pêssego, frapê de coco, zero vitamina banana, laranja, zero uva, maçã, laranja, manga, maracujá, melão, morango, uva, original, pêssego e shake morango.
Alguns sabores tiveram suspensão em mais de um tipo de embalagem. A Resolução 1.005 da Anvisa descreve as embalagens específicas de cada produto suspenso.
Recall
Conforme noticiou o Portal SM, na quinta-feira passada (14/3), a Unilever anunciou recall informando que o conteúdo de 96 unidades do suco Ades maçã de 1,5 litro fabricadas no dia 25/02/2013, do lote com as iniciais AGB 25, está impróprio para consumo. A empresa detectou falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza da máquina
De acordo com nota emitida pela Unilever, o consumo dessa substância pode causar queimaduras. O lote que sofreu alteração foi distribuído nos Estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e Paraná.
terça-feira, 12 de março de 2013
Economize Até 47% em Dias de Promoção
Economize até 47% em dias de promoção nos supermercados
Consumidor pode encontrar carnes, leites, iogurtes, pães e bolos pela metade do preço
Já pensou se aquele produto, da marca que você mais gosta, custasse quase metade do preço? Existe essa possibilidade, e não se trata daquelas liquidações pós alguma coisa, como Natal, Carnaval, inverno ou verão. É uma prática comum nos supermercados a redução do preço de alguns produtos em suas gôndolas quando chegam próximo à data de validade.
É semelhante à famosa xepa de feira, quando os frequentadores deixam para ir mais tarde, quase no fim do expediente e, assim, encontrar frutas, legumes e hortifrutigranjeiros mais baratos.
Já nos supermercados, essa xepa acontece em dias específicos. Existe a quinta-feira só para vender carne mais em conta. Ou a quarta das frutas e legumes, por exemplo.
São vários: carnes, leites, iogurtes, pães e bolos. Em alguns casos, é possível economizar de 30 até 50% nesse tipo de promoção. E, de forma geral, os produtos podem ser de primeira qualidade ou com datas proximas ao vencimento.
Outro detalhe é que os produtos próximos do fim da validade ficam mais próximos do consumidor. Mais: aqueles com prazo de validade maior ficam, em geral, nos fundos das prateleiras. E mesmo aqueles que possuem os preços reduzidos, mas ainda apresentam longos prazos de validade (por volta de três a quatro meses), foram fabricados há cerca de um ou dois anos.
Essa prática dos donos de supermercados não é ilegal. Está amparada em lei. De acordo com o artigo 31 do Código de Defesa do consumidor, o produto pode ser vendido até o dia de seu vencimento. O que a legislação proíbe é a exibição de produtos que já estejam vencidos nas gôndolas do supermercado.
Apesar da legalidade, o consumidor precisa ficar atento aos prazos de validade, pois, em caso de descuido, o prejuízo pesará só no bolso do comprador, que não terá direito à reclamação. “É necessário ponderar não somente a situação econômica, mas também a saúde. Caso a pessoa não vá consumir o produto antes do vencimento, é melhor não levar. Uma boa opção é substituir por outro similar e com um prazo de validade maior”.
Embora o consumidor tenha que assumir o papel de principal fiscal da boa qualidade dos produtos, existe um órgão que regula e fiscaliza a qualidade do que é comercializado. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pode aplicar multas que chegam a até R$ 6 milhões, dependendo da gravidade da infração.
No caso de um processo, verifica-se também o histórico dos fornecedores, se são reincidentes e quais as outras infrações já cometidas. A multa também pode variar devido ao porte econômico da empresa, ou seja, grandes empresas pagam mais.
São verificados, basicamente, três itens: o tipo de infração cometida, a vantagem oferecida (o quanto o produto baixou de preço) e o faturamento da empresa (o quanto a empresa lucrou com tal promoção).
Produtos campeões do preço baixo - É possível economizar até 47% na compra de um produto em dias de oferta. O hambúrguer bovino, uma boa opção para o preparo de refeições rápidas, custa, em média, R$ 0,99 e pode ser encontrado por até R$ 0,45 uma semana antes de seu vencimento.
De acordo com a apuração, as carnes que vencem entre dois e três dias apresentou mais redução nos preços. As carnes de segunda, músculo, acém e paleta ficam, em média, 20% mais baratas. O preço médio, que é de R$ 12,90, o quilo chega a R$ 9,90, o quilo.
Quando o assunto são as carnes de frango e de suínos, que já são naturalmente mais baratas, custam entre R$ 4,50 e R$ 6,50, o quilo, os descontos também são menores, mas, mesmo assim, chegam a 10% em cada produto.
Os preços não variam tanto quando se trata das carnes nobres, como filé mignon, que custa, em média, R$ 23. Mas, na promoção,apresentam descontos que variam de 5 a 10%, o que faz o preço cair cerca de R$ 2.
Essas grandes ofertas acontecem, em geral, com produtos refrigerados que ficam “encalhados” nas geladeiras dos grandes hipermercados.
Salsichas, mortadelas e frios entram constantemente em promoção por vencerem rápido, em menos de uma semana. A mortadela, por exemplo, quando faltam apenas três dias para o vencimento, deixa de ser vendida por quilo e passa a ser vendida por peça. Os preços caem cerca de 30%. Enquanto o quilo é vendido por volta de R$ 8, a peça de 500 gramas chega a custar R$1,85.
Os iogurtes, considerados os “vilões da validade” por frequentemente vencerem nas geladeiras dos consumidores, em média uma semana, têm descontos que vão de 2% a 29%. Tudo depende se o produto está sendo vendido em bandeja ou por unidade.
Quando o iogurte é vendido em bandeja, o desconto é maior do que o dos vendidos por unidade, chegando a 15%. Uma bandeja com quatro unidades custa por volta de R$ 4 e o preço unitário é, em geral, de R$ 1,50. Quando está em oferta, o preço da bandeja cai para R$ 3 e o da unidade, para R$ 0,99.
Com relação aos pães e bolos, os descontos chegam a 23%. No segmento dos bolos industrializados, que custam por volta de R$ 4, o desconto é pouco, de apenas 3%, o que contabiliza cerca de R$0,10 a menos no preço final.
Quando se trata dos pães de fôrma tradicionais, que custam entre R$2 e R$ 4, o desconto aumenta, chega a 10%. Cerca de R$ 0,3 de desconto em cada produto.
Os leites oferecem um desconto máximo de 7%. Os valores normais vão de R$ 2 a R$3. Quando este produto entra em promoção, o preço varia entre R$1,9 e R$2,8. Este é o tipo de produto que, quando entra em oferta, ainda possui um ou dois meses de validade, mas que já foi fabricado há mais tempo, por volta de um ano.
E, mesmo sendo pouco por produto, no final das contas, o desconto acaba representando uma boa economia para o consumidor que, na maioria das vezes, compra mais de uma unidade.
Juntos, os descontos totais podem somar até 40% de economia na compra do mês.
Mas nem sempre as ofertas são vantajosas. É preciso examinar bem os produtos em promoção, além de ponderar a relação “preço x validade” para economizar verdadeiramente.
Dicas para fazer boas compras - Para fazer boas compras, é preciso, além de aproveitar os descontos das promoções, tomar algumas medidas para conservar os alimentos em boas condições para que você possa consumi-los com segurança.
O engenheiro de alimentos Alfredo Hitoshi Maeda explica que o consumidor não deve comprar alimentos com embalagens abertas, violadas ou fracionadas e nem latas amassadas, com ferrugens ou estufadas.
Outra dica é comprar os produtos perecíveis por último. Isso faz com que eles fiquem na temperatura adequada por mais tempo.
Além disso, se for possível, na hora de comprar produtos que necessitam estar sempre resfriados, é bom levar sacolas térmicas. Essa prática possibilita que os alimentos cheguem em sua casa frescos, saborosos e seguros.
É importante também que o consumidor leia o rótulo dos produtos antes de comprá-los. Isso porque, muitas vezes, os supermercados fazem promoções com produtos que vencem em prazos muito curtos e não há tempo para consumi-los.
E, para aqueles que querem aproveitar os descontos e prolongar o uso dos produtos, aqui vai uma dica do engenheiro de alimentos Alfredo Hitoshi Maeda: para aumentar o prazo de validade de alguns produtos, basta congelá-los. As carnes, por exemplo, podem ser consumidas até meio ano depois de congeladas. Até mesmo pães e bolos podem ser colocados no congelador e retirados após três meses, sem nenhuma alteração no paladar.
Mas, mesmo congelados, é preciso ficar atento ao aspecto dos produtos. “Caso eles apresentem alguma mudança de aroma, coloração, textura, ou até mesmo sabor, é melhor não consumi-los, pois podem estar microbiologicamente comprometidos e fazer mal à saúde”, afirmou Maeda.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Alcool Liquido Está Proibido de Ser Comercializado
A norma da Anvisa foi publicada ainda em 2002, com o intuito de reduzir o número de acidentes e queimaduras geradas pelo álcool líquido, além da ingestão acidental. No entanto, a indústria do setor obteve uma decisão judicial que permitia continuar comercializando o produto. Em 2012, o TRF decidiu pela validade da norma da Anvisa, que concedeu um prazo de 180 dias para a adequação do setor produtivo. Esse prazo termina hoje, mas, com a possibilidade de novos recursos, o tribunal informou que a decisão ainda não pode vigorar. Até o final da manhã de hoje, a Anvisa não havia sido notificada do efeito suspensivo.
A medida da Anvisa também determina que o álcool líquido comercializado no mercado contenha uma substância desnaturante que o torne intragável, para evitar a ingestão acidental do produto. O álcool acima de 54° GL só poderá ser vendido na forma de gel. O produto com essa concentração exata poderá ser vendido em embalagens de, no máximo, 50 mililitros. Acima disso, apenas os produtos comercializados para fins industriais e hospitalares continuam liberados na forma líquida.
A medida da Anvisa também determina que o álcool líquido comercializado no mercado contenha uma substância desnaturante que o torne intragável, para evitar a ingestão acidental do produto. O álcool acima de 54° GL só poderá ser vendido na forma de gel. O produto com essa concentração exata poderá ser vendido em embalagens de, no máximo, 50 mililitros. Acima disso, apenas os produtos comercializados para fins industriais e hospitalares continuam liberados na forma líquida.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Treinando Um Repositor
Como treinar o repositor de mercadorias da minha loja? O que ele deve fazer?
Os repositores precisam ser treinados sob dois aspectos: o técnico e de atendimento. O primeiro envolve o abastecimento e o layout das gôndolas. O gerente do setor ou um repositor já experiente no serviço podem ensinar o novo funcionário. “O treinamento pode começar pelo layout. É preciso explicar detalhadamente para aonde vão os produtos e como serão alocados. Ele deve aprender quais itens (das categorias que está repondo) são os campeões de vendas, para dispor na altura correta das prateleiras. Na linha dos olhos, por exemplo, ficam os que tem maior rentabilidade.
É importante que o repositor esteja sempre atento para não deixar formar buracos nas prateleiras. Para facilitar a operação, principalmente se a loja for muito grande, a dica é responsabilizá-lo por dois ou três corredores de produtos, no máximo.
Os repositores também precisam aprender as técnicas de construção de pilhas promocionais (caixas, latas, sacos), para que possam montar e cuidar da reposição. “Quando o cliente pegar um produto do meio da ilha, por exemplo, ela não pode desmoronar”.
Os repositores também precisam aprender as técnicas de construção de pilhas promocionais (caixas, latas, sacos), para que possam montar e cuidar da reposição. “Quando o cliente pegar um produto do meio da ilha, por exemplo, ela não pode desmoronar”.
E, caso o estoque da loja seja muito grande, o que requer uso de equipamentos, como empilhadeiras e paleteiras, é necessário ensinar esses novos funcionários a pilotá-los, para que possam transportar caixas de mercadorias até os carrinhos. Não esqueça que, assim como os demais funcionários, os repositores precisam trabalhar dentro das normas de segurança da categoria.
No que diz respeito a atendimento, eles podem ser orientados a não deixar de atender a qualquer solicitação no PDV. “Se o cliente estiver com problemas para achar um produto, eles podem parar o que estão fazendo para levar o cliente até o corredor procurado. Por isso, é importante que esses funcionários conheçam a loja de ponta a ponta”.
Por último, procure ensinar os repositores a exercer um atendimento pró-ativo, adiantando-se à dúvida do cliente . “Se percebe que o consumidor está com dúvida sobre uma mercadoria ou qualquer outra coisa, ele pode oferecer ajuda. Para isso, deve estar informado sobre as características do produto que está repondo. Isso faz toda a diferença com o cliente”.
Otima Forma De Controle de Estoque
Estoque na medida certa (Excelente Forma de Controle de Estoque)
Quando se fala em gestão de estoques, a maior preocupação dos supermercadistas é a de não faltar produtos. Não por acaso. A ruptura é um problema que assombra o setor há muitos anos. Mas ter produtos em excesso também significa custo alto com mercadoria que não gira. Ou seja, produto que não se converte em dinheiro para os supermercados, o que normalmente acarreta em dificuldades com o fluxo de caixa. Abaixo você encontra algumas dicas de especialistas em varejo para manter o estoque sob controle:
- O primeiro passo é extrair dos sistemas de gestão dados precisos sobre o nível de estoques por categorias e o tempo que demoram para girar. Quanto mais a informação for aprofundada – marca e item –, melhor. Fazer inventários periódicos é uma maneira de manter essas informações sempre atualizadas.
- A partir disso, deve-se analisar cada caso, seguindo o seguinte raciocínio: se o fornecedor entrega o produto a cada 5 dias e o seu estoque é suficiente para 10 dias de vendas, já existe aí uma oportunidade para reduzir a cobertura de estoque pela metade.
- É preciso ainda levantar dados confiáveis sobre a performance dos fornecedores: se entregam no prazo ou atrasam (nesse caso, quantos dias demoram para providenciar o envio); se entregam o pedido completo ou se sempre falta alguma mercadoria (é preciso saber, de um pedido completo, qual o percentual de itens entregues. Por exemplo: 60% do pedido, 30% etc).
- Feito isso, é importante que o supermercadista avalie por que existe demora no recebimento ou por que o pedido não chega inteiro: a distância entre a cidade (ou bairro) onde fica a loja e o centro de distribuição do fornecedor, trânsito, leis que impedem circulação de caminhões, entre outros.
- Após levantar as informações descritas no terceiro e quarto tópicos, é necessário calcular uma margem de segurança. Caso o fornecedor costume atrasar 2 dias, é bom somar esse período ao nível de estoque desejado. Isso é importante porque muitos supermercadistas simplesmente chutam a margem de segurança para cima em vez de calcular com base em dados concretos.
- Uma forma de visualizar se o estoque está acima do necessário é delimitar visualmente espaços de armazenamento para cada categoria. Isso pode ser feito, por exemplo, com marcações no chão do depósito. Se for preciso mais espaço do que aquele que foi delimitado, significa que o estoque está acima do necessário e é possível diminuir o volume comprado.
- Procure também organizar reuniões semanais com a área comercial para acompanhar os índices de ruptura, perdas e cobertura de estoques. A ideia é que justifiquem os desvios que ocorrerem nesses indicadores. Mas, atenção, é preciso analisar esses dados conjuntamente, uma vez que um influencia o outro diretamente.
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